Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 26/06/2021
O livro, “Cidadão de Papel”, de Gilberto Dimenstein, propõe tirar o automatismo do olhar e enxengar as mazelas que atingem o Brasil contemporãneo. Nessa perspectiva, é necessário entender que o desenvolvimento sustentável se mostra como uma utopia para todos. Assim, seja pela falta de consideração com o meio ambiente, ou seja pela ganância, o problema permanece silenciosamento afetando grande parte da população e exige uma reflexão urgente.
Em primeira análise, podemos ressaltar a ausência de consideração com o meio ambiente que corrobora de forma intensiva para o entrave. Isso por que, há aquelas empresas que não se importam o quanto estão atingindo o ecossistema, pelo excesso de poluição, redução das áreas verdes para construções e matérias primas retiradas da natureza em excesso. Por fim, entende-se que o problema tende a persistir, caso não haja intervenção.
Além disso, outro influenciador desse problema é a ganância por dinheiro. Nesse sentido, os responsáveis pela falta do desenvolvimento sustentável, principalmente, donos de empresas, agricultores e o governo, que priorizam os ganhos monetários e materiais, não se preocupando com resultados negativos à terceiros tanto quanto a natureza. Assim, fica claro que o legado de negligência e ignorância frente ao desenvolvimento sustentável persiste e impede que o Brasil prospere rumo à responsabilidade social.
Torna-se evidente, portanto, a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Para isso, o próprio governo deveria incrementar leis mais severas em relação a exploração ambiental, como limite da devastação de áreas de mata e métodos para diminuição dos gases poluentes liberados pelas indústrias, além de incentivar a população para um consumo consciente de todos os produtos industrializados, através de campanhas de conscientização. Só assim, o país tornar-se-á mais ecologicamente estável.