Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 27/06/2021

O conceito de desenvolvimento sustentável foi usado pela primeira vez na Assembleia Geral das Nações Unidas em 1979. No contexto social vigente, sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando recursos naturais de forma inteligente. Entretanto, no Brasil, há várias atividades como a urbanização sem planejamento, que causam consequências ambientais, tornando o desenvolvimento sustentável uma utopia.

Em primeiro lugar, indubitavelmente, o governo tem a maior influência da sustentabilidade, seja com o incentivo a redução dos gases poluentes ou com a implantação de meios de reduzir o consumo exagerado e o desperdício.Vale lembrar da saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris, no qual buscar reduzir como resgate de gases do efeito estufa, de fato isso mostra que o meio ambiente está solicitado de lado. Consequentemente, isso leva ao aquecimento global e a extinção da fauna e da flora.

Ademais, em contrapartida de países desenvolvidos como o Japão, o Brasil tem sua frota veicular majoritariamente dependente de fósseis fósseis.O consumo fóssil é tanto, que segundo o G1, como reservas petrolíferas ficarão escassas até 2040. Entretanto, apesar de dados alarmantes, pouco se investe em energia sustentável para suprir essa demanda.  Logo, a falta de consciência do corpo social e do estado em investir em novos modelos energéticos sustentáveis, como o investimento industrial na criação de carros movidos à energia elétrica advinda de placas fotovoltaicas, exprimem o caráter subdesenvolvido do Brasil.

Torna-se evidente, portanto, que o sistema judicial interfere no desenvolvimento sustentável. Dessa forma, o Ministério do Meio Ambiente deve servir como ponte para que o Governo possa colocar as leis vigentes em prática e minimizar as consequências dos crimes ambientais.Isso pode acontecer com o pressionamento de investigação dos casos de crimes ambientais. Se isso acontecer, caminhar-se-á um passo à frente na corrida da sustentabilidade.