Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 27/06/2021

A Organização das Nações Unidas (ONU) estipulou, em 2015, um plano de ação com 17 objetivos, a Agenda 2030,  que visam promover o desenvolvimento sustentável. Tal plano foi elaborado pelo anseio de que os recursos das gerações futuras sejam comprometidos diante ao mal uso dos mesmos, pela sociedade atual. Logo, medidas precisam ser tomadas a fim de que o uso consciente dos recursos ambientais se torne realidade na sociedade brasileira e no mundo.

Observa-se, primeiramente, que na prática, tal situação, é na maioria das vezes, mera teoria. De acordo com a ONU, danos ambientais são responsáveis por 25% das mortes no mundo. Percebe-se, então, as consequências da má associação entre os pilares: ambiental, econômico e social. Segundo o filósofo Albert Schweitzer, “Vivemos em uma época perigosa, o homem domina a natureza antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo.”

Em segundo momento, nota-se que diante desse cenário, certas empresas e organizações vão contra as estatísticas e abraçam a causa do desenvolvimento sustentável. A empresa B.O.B, por exemplo, no inglês bars over bottles, visa a ultilização de shampoos e condicionadores em barras ao invés de garrafas, uma vez que mais de 80% dos cosméticos líquidos são feitos de água. Dispensando, assim, o uso de embalagens plásticas. O mesmo ocorre em empresas como: Natura, Adidas, BMW, Philips, entre outras, que utilizam meios alternativos para a sua produção.

É necessário, portanto, que o governo brasileiro ofereça incentivos fiscais às empresas que buscarem soluções ecológicas para a fabricação de seus produtos. Visando, dessa forma, incentivar os negócios nacionais a abrangerem a causa da sustentabilidade, priorizando o meio ambiente. Cabe, também, ao Ministério do Meio Ambiente, realizar campanhas na mídia, que mostrem como o mundo se encontrará em poucos anos devido ao descaso da população, a fim de conscientizá-la quanto a necessidade de abrir-se os olhos para propostas sustentáveis.