Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 27/06/2021

Desenvolvimento sustentável

A 1ª Revolução Industrial, ocorrida no início do século XVII, propiciou tanto a produção quanto o aperfeiçoamento das grandes inovações, imprescindíveis para o desenvolvimento do homem. Contudo, esse fato histórico afetou o equilíbrio de diversos ecossistemas, de modo que colaborou para a adoção de condutas, as quais apresentam dificuldades em serem materializadas, que pregam o desenvolvimento sustentável e a conservação da natureza para os próximos descendentes da humanidade. Sob esse viés, para a solução desse contexto vigente, é necessário averiguar os seus principais empecilhos: a negligência do poder público e a dinamicidade econômica.

Primeiramente, é indispensável salientar a participação da sociedade como incidente de males ambientais, mesmo quando não perceba. A exemplo disso, o desperdício de alimentos e o consumo abusivo de bens demonstram-se, respectivamente, como forte emissor de gás carbônico e promotor da exacerbada expansão agrícola e de indústrias, posto a demanda excessiva criada. Todavia, de modo geral, essas atitudes são acometidas sem percepção do indivíduo, dado que, segundo Max Weber, existem ações sociais, chamadas de tradicionais, praticadas por efeito cultural, nesse caso, de despreocupação com meio ambiente, não combatida nas Escolas.

Outrossim, a ganância do mundo financeiro contribui para o perpetuamento do quadro adverso. Paralelo a isso, o filósofo Thomas Hobbes afirmava que o ser humano era capaz de provocar efeitos nocivos perante o próximo, com a intenção de promover o seu benefício próprio. Nesse sentido, a hipótese defendida pelo estudioso se concretizara na atualidade, haja vista o desempenho de condutas pelas cooperativas de negócios no que tange à utilização de carvão mineral, em sua escala produtiva. Sendo assim, é inevitável a recorrência de degradações ambientais que diminuem a oferta de bens naturais, em virtude da capacidade poluidora dessa fonte não renovável de energia

Portanto, algumas das formas de intervir na problemática em pauta, seria através de iniciativas por parte do MEC que, por meio de programas escolares, adicione palestras voltadas à educação ambiental, objetivando incitar o pensamento crítico dos jovens quanto à atual situação ambiental. Juntamente à criação de projetos, por parte do mesmo, voltados a visitas de alunos de escolas públicas às empresas privadas, a fim de conscientizar as mesmas quando à importância de “ser sustentável”. Além disso, ações por parte de canais de TV aberta que, por meio de peças publicitárias, divulguem a atual situação dos biomas e meio ambiente, visando despertar a consciência da sociedade quanto aos desperdícios, e assim, alcançarmos tais objetivos propostos pela ONU.