Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 27/06/2021

O desenvolvimento sustentável é definido, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), como desenvolvimento que atenda as necessidades da geração atual sem esgotar os recursos para as futuras. Entretanto, surge uma preocupação, principalmente nos países desenvolvidos, já que há possibilidade da diminuição no ritmo de produção das suas industrias, o que para muitos governantes significa uma redução na produção. Nesse sentido, é de extrema importância que a situação seja analisada e posteriormente sejam criadas soluções para a problemática.

Primordialmente, deve-se citar que há uma grande resistência por parte das nações mais ricas no que diz respeito à adoção de medidas que visam mitigar a poluição e a exploração desenfreada dos recursos naturais. Nesse viés, podemos citar a decisão tomada pelo ex-presidente norte-americano, Donald Trump, a qual desfaz o acordo no qual os Estados Unidos se propusera a cumprir, na COP21 que ocorreu em 201, na França. Trump acredita que a adoção de tais medidas implicaria um retrocesso econômico. Fica claro que para ele as questões que envolvem a sustentabilidade não são mais importantes que a economia do país.

Outra ponto que vale destacar é a atitude do governo brasileiro frente as questões ambientais, onde a falta de fiscalização nas áreas ambientais protegidas é algo comum, permitindo a exploração desenfreada dos recursos naturais do Brasil e a consequente diminuição das áreas de mata e das espécies de animais que diminuem cada vez mais.

Em face do que foi dito, é perceptível a urgência na busca do desenvolvimento sustentável. Num primeiro momento, faz-se necessário a cobrança, por parte da própria população, aos seus representantes, para que assumam o compromisso de zelar pela natureza visando o equilíbrio entre desenvolvimento sustentável e econômico. No Brasil, é preciso que as autoridades aumentem a fiscalização nos principais pontos de desmatamentos, e apliquem leis mais rígidas aos infratores que desobedecerem às leis que integram o direito ambiental. Dessa forma, o presente prosperará para um futuro melhor para as outras gerações.