Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 28/06/2021

Na sociedade pós-industrial, é notória a problemática tangente ao desenvolvimento sustentável .Nesse víeis, associando ao ideário Marxiano que a economia é a base da sociedade, o consumismo e a falta de criticidade socieducacional, apresentam-se como catalisadores para a persistência da degradação ao meio ambiente.

A priori é importante elencar que políticas de cunho liberalistas corrobora para esse mal. A partir das revoluções indústrias, a mecanização da produção, o estimulo ao consumo tornou-se um fator primordial para a manutenção do sistema capitalista, para isso constrói-se a ilusão de que a felicidade seria alcançada a partir da compra do produto.

Somado a isso, o mundo globalizado usa dos meios midiáticos para persuasão do indivíduo, assim a sociedade civil alienado pelo poder de compra, opta pelo produto mais divulgado no mercado, sem a consciência de que o consumo exacerbado é a causa da poluição de rios, mares e lagos ameaça a vida da fauna presente, juntamente com os lixões a céu aberto. Além disso, uma instrução ambiental é a base para uma sociedade consciente. Segundo o sociólogo

Emile Durkheim, as ações antrópicas são moldadas pela sociedade. Destarte, a falta de criticidade social em relação ao desenvolvimento sustentável é um fator que contribui para que as empresas não adotem politicas ambientais. Assim, como afirma o filósofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele , logo a emissão de gases poluentes dados por carros, e a inatividade civil perante a adversidade do desmatamento são problemas que sem uma pauta educacional na economia verde a persistira a degradação ao meio ambiente. Portanto, mediante os fatos supracitados são notórios os impasses que contribui  conscientizar a sociedade Também é recomendável que haja um direcionamento escolar  que algo seja parado, é preciso que atue uma força superior e exterior.