Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 04/07/2021
Ao longo dos séculos que vem se passando, a humanidade vem se dando conta das contradições do mundo moderno. Desse modo, pensar em desenvolvimento sustentável é, sobretudo, adequar dois interesses supostamente divergentes, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações, ao considerar o pensamento contemporâneo. Isso é, aderir um modelo de consumo e de utilização das matérias-primas retiradas da natureza de maneira que não prejudique o futuro da humanidade, unindo desenvolvimento econômico com responsabilidade ambiental. Mas, pouco se tem feito para reverter a situação, quando comparado ao tamanho do problema.
Ao analisarmos a situação que nos encontramos atualmente, o desenvolvimento sustentável, na prática, se apresenta como uma utopia. Isso porque o mundo se apresenta complexos, com ideias e ações diversificadas e às vezes divergentes. Como por exemplo, o desenvolvimento sustentável no nosso país que ainda é uma prática lenta e gradual, isso porque várias empresas não se preocupam em adquirir medidas que preservem o meio ambiente, pois desejam apenas a lucratividade, embora o Brasil tente despertar a consciência ambiental através de participações em conferências internacionais e campanhas.
Sendo assim, deve ter noção que a ameaça ao meio ambiente não vem somente da tecnologia, mas das formas, das condições em que ela é criada e como a mesma é utilizada. Dessa forma, o desenvolvimento sustentável depende de uma construção de novos padrões tanto pessoais, como governamentais e estruturais, de vontades políticas e de uma participação dos cidadãos.
Portanto, é de séria importância adquirir medidas para solucionar esse problema. Em solução da crise ambiental a sociedade deve buscar o envolvimento de todos os setores que a compõe, além de começar uma nova relação entre o homem e o meio ambiente que o cerca. É primordial a necessidade do Estado tomar medidas em conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental, seja aumentando a pressão para que as empresas busquem soluções sustentáveis por meio de leis mais rígidas, além de que haja uma forte conscientização com a educação ambiental, desde os ensinos fundamentais até o superior, procurando assim atender às necessidades das gerações atuais e futuras.