Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 06/11/2022
Segundo a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, um desenvolvimento sustentável precisa ser capaz de equilibrar a econômia, as necessidades sociais e questão ambiental. Entretanto, no contexto do Brasil atual, nota-se o contrário, quando grandes empresas colocam a econômia acima da sustentabilidade e da preservação de impactos ambientais. Não é razoável que essas empresas utilizem o discurso de sustentabilidade como atrativo para consquistar os consumidores e ssim, aprimorar seus lucros.
Em primeiro plano, é de extrema importância mencionar os impactos ambien-tais causados por grandes empresas. De acordo com o famoso filme, “Wall-E”, é retratado uma planeta fictício, aonde as grandes empresas entulharam a terra de lixo e poluentes, resultados de decádas de consumo em massa. Certamente, esse tema aparece de uma forma radical no filme, porém promove uma reflexão importante nos indivíduos sobre os impactos ambientais que estamos vivendo atualmente, como efeito estufa, desmatamento, questão hidrica e o que se espera para o futuro do planeta, se nada for feito para evoluir a forma de consumo atual.
Haja vista que as empresas que se apropriam da causa sustentável para atrair consumidores, também contribuem diretamente nos impactos ambientais. Adema-is, tornam impossível uma evolução para desenvolvimento sustentável sair da utopia e se tornar realidade. Pois, essas empresas falham severamente ao aplicar a justiça sócioambiental e a ecoeficiência em seu trabalho, dois de três pilares mais importantes na construção do desenvolvimento sustentável.
Portanto, a Comissão Mundial do Meio Ambiente e Desenvolvimento, como garantidor da justa interseção entre a econômia e a conservação ambiental, deve tornar mais eficaz seus planos de garantir um adequado equilíbrio entre a econômia, a questão social e o meio ambiente. Isso é, aplicar multas de alto valor não só para empresas que realizam crimes ambientais, mas também para empresas que fingem trabalhar com a sustantabilidade para atrair consumidores. E assim, consequentemente controlar o avanço dos impactos ambientais no Brasil.