Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 25/07/2018
Dentre os inúmeros desafios que o país enfrenta, a doação de órgãos tem se tornado cada vez mais difícil. Há muitos motivos para se negar a doação e alguns deles é a religião, o medo do comércio ilegal e o receio do que o médico disse para a família, porque os familiares ainda têm a esperança de que a pessoa possa ressuscitar e, principalmente, o momento de tristeza.
Segundo dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), em 2012, cerca de 6 mil pacientes foram diagnosticados com morte cerebral, podendo salvar a vida de aproximadamente 22 mil pessoas que aguardavam nas filas de doação, mas não foi essa a realidade.
O paciente com morte encefálica é um potencial doador, porque somente as atividades cerebrais param de funciona, podendo fazer a doação dos outros órgãos. A falta de conhecimento e conversa nas famílias, fazem com que o índice de doações caiam cada vez mais.
Entende-se, diante do exposto, a real necessidade de ações governamentais em parceria com o Ministério da Saúde, trabalhando com mais campanhas e distribuição de panfletos sobre a importância da doação de órgãos, juntamente com a mídia para exibir as campanhas em horários de grande audiência. E a família, juntamente com a escola conversando com os alunos sobre a atual situação em que o país vive, através de reuniões e palestras educativas.