Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 31/10/2018
O primeiro tranplante de órgãos no mundo foi realizado em 1933 por um médico ucraniano, para tratar um homem com insufieciência renal aguda. A partir disso, esse método foi aperfeiçoado e hoje é usado amplamente para salvar muitas vidas. O Brasil possui o maior sistema público de transplante do mundo, no entanto devido a falta de informação sobre o processo de doação e a má distribuição de equipes para realizar os transplantes, dificulta esse meio de salvar vidas.
Primeiramente, é necessário ficar claro que, a maior causa da não ´doação é a falta de conhecimento quanto a morte encefálica. Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos(ABTO), 42% das famílias recusaram a doação de órgãos de seu parente que teve morte encefálica, por acharem que ele ainda pode acordar. Por consequência, muitas pessoas continuam na longa lista de espera.
Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais de mil equipes preparadas para realizar cirurgias pelo Brasil. Porém, devido a má distribuição, os centros que realizam esses procedimentos ficam concentrados nas regiões sudeste e sul. Devido a isso, as outras regiões ficam a mercê de transportar os pacientes, o que pode ser perigoso, por causa da condição de saúde debilitada que esses pacientes se encontram.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse problema. O governo junto com o Ministério de Saúde, devem criar um projeto para implantar centros especializados em transplantes nas áreas que necessitam, como nas regiões norte, nordeste e centro-oeste, melhorando a distribuição geográfica da equipes. E a Mídia deve fazer propagandas educaconais, mostrando a população como funciona o sistema de transplante de órgãos e tecidos, e explicando que a morte cerebral é uma sitação irreversível, dessa forma será aumentado o número de doadores e muitas vidas seram salvas.