Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 25/10/2018
Segundo levantamento do Ministério da Saúde (MS) atualmente há cerca de 38 mil pessoas nas filas de transplantes espalhadas por todo o Brasil, a chance de um Brasileiro precisar ao longo da vida de algum transplante de órgãos ou tecidos e de uma em em mil o que pode parecer raro é mais comum do que se imagina por isso e de suma importância conscientizar as famílias sobre a importância da doação de órgãos explicando de forma didática que a morte encefálica é irreversível e que esse é um gesto de amor e empatia.
O impacto de saber que um familiar acabou de falecer é geralmente um choque muito grande para aqueles que o amavam, abordar tramites burocráticos nesse momento é muito delicado, até mesmo quando se trata só da cerimônia fúnebre , ainda mais quando se trata de morte encefálica que é uma espécie de morte parcial e de difícil aceitação pois existe uma possibilidade de aproximadamente 0,001% de chance da pessoa voltar a vida, o que já significa uma esperança enorme.
Entretanto existem protocolos para que reconhecidos legalmente que podem atestar a morte cerebral, o que pode ser muito ruim para o transplantes de órgãos pois nem sempre os órgãos resistem tanto tempo, de modo a ser necessário explicar as famílias o quão nobre é o gesto da doação pois tais órgãos pode salvar até 8 pessoas e mesmo que 0,001% prevaleça a pessoa não ter o mínimo de qualidade de vida e deve vir a falecer em dias.
Ademais para a solução dessa problemática é necessário e implantação de políticas públicas como a implantação de assistentes sociais que confortem as famílias no momento da perda e de forma didática explique a importância do procedimento , além disso é extremamente importante uma política de valorização , não financeira, das famílias que autorizam e do próprio falecidos, como por exemplo condecorações de honra, essas medidas podem ser realizadas pelo (MS) além disso o aumento de campanhas de conscientização é fundamental e pode ser realizadas por ONG’S.