Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 31/10/2018
Na semana de 1922, o Brasil iniciou um rompimento com a alienação clássica, a desmistificar o pensamento social sobre os reais problemas nacionais com destino a despir-nos dos preconceitos, valores enraizados na sociedade. Hodiernamente, gera um transtorno quando se debate a doação de órgãos, nota-se longe de ser alcançado. Neste contexto, a espera dos transplantes nos hospitais aumenta, a falta de incentivo assim como a informação contribui para o crescimento desses números.
A princípio, percebe-se a dificuldade no diálogo sobre a doação de órgãos. Segundo escritor José Saramargo " Creio no direito à solidariedade e no dever de ser solidário. Tal conceito pode ser interpretado no acesso a conscientização da cessão, a rejeição por meio do corpo social e compreensão do ato, não é costume da geração passada por adquirirem dos país a negação deste gesto.
Além disso, a falta de informação auxilia na permanência e compactuação ao retrocesso. Nessa conjuntura, pacientes no estado de morte cerebral- com o cérebro morto, mas os outros órgãos funcionando normalmente- recusam o desligamento do equipamento, evidenciando um grande impasse na aceitação do estado da vítima, assim como a nova possibilidade de ofertar uma nova condição a outra pessoa.
Destarte, urge promover intervenções sobre a problemática oferecendo apoio psicológico as famílias a incentivar, por meio de profissionais da saúde em parceria com iniciativas privadas em prol da compreensão e contribuição que os doadores oferecem aos necessitados. Ademais, o Ministério da Educação deve oferecer palestras educativas e motivadoras em respeito aos benefícios transmitidos aos receptores dos órgãos. Outrossim, a colaborar com o olhar dos modernistas " Nós não sabemos o que queremos; mas sabemos o que não queremos".