Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 28/11/2018
Na obra ‘‘frankenstein’’,produzida por Mary Shelley,Victor Frankstein é um cientista que,utilizando partes de cadáveres,consegue dar vida a um ser inanimado- o Frankstein. Fora da ficção,isso ocorre nos dias atuais,onde com a medicina avançada,já existe diversos tipos de transplantes de órgãos.Todavia,devido a recusa familiar e ao tabu que essa temática é na sociedade atual,o sistema ainda é inoperante. A priori,é válido ressaltar a esperança familiar para com os parentes retornarem à vida de modo saudável .Trenton McKinKley,é um garoto de 13 anos que sofreu um traumatismo cerebral e foi dado como morto pelos médicos,porém o mesmo surpreendeu e retornou à vida normalmente.Fatos como esse deixa famílias esperançosas e muitas das vezes acabam por recusar o transplante de órgãos.Logo,por causa da negação familiar quanto ao transplante,torna o sistema ainda mais ineficaz,o qual resulta na morte de várias pessoas necessitadas do transplante. Em uma segunda análise,é indispensável relatar sobre o tabu da doação de órgãos,devido,principalmente,ao individualismo social e a ausência de divulgação midiática.Hodiernamente,no Brasil,a falta de hospitais especializados e a falta de comunicação entre mídia e população são fatores contribuintes para o inoperância do sistema de doação de órgãos.Ademais,o individualismo presente na sociedade há séculos,reforça o pensamento retrógrado da população em não se colocar no lugar do próximo.Tais fatores geram consequências para o sistema de doação de órgãos,como a depressão família,devido á morte causada pela não realização do transplante. Dessa forma, a fim de elevar o índice de doação de órgãos,no país,é imperativo que o Estado,em parceria com o Ministério da Saúde,elaborem hospitais especializados nesse sistema,em todos os estados brasileiros,e incentivem a formação de especialistas na área,através de remuneração maior.Logo,o sistema de doação de órgãos,no país,irá aumentar.