Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 19/04/2019
A dor pela morte de um parente querido, pode transforma-se em alegria para outras famílias. Desde que os órgãos sejam doados. No brasil, o índice de doações , de acordo com o levantamento da Associação Brasileira de Transplantes de órgãos (ABTO). No ano de 2014 o número foi de 7.894 doações. Contudo, esta apuração ainda está longe de alcançar o ideal.
Em primeira análise, o que impossibilita a realização dos transplantes, é a falta de autorização por parte da família para a cirurgia. Uma vez que, só será sucedida, com o consentimento da mesma. Medida chamada ´´Taxa de Negativa Familiar´´, quando o procedimento não é aceito.
Outro aspecto a ser abordado, é a fila de espera na qual os pacientes aguardam o doário é gigantesca. De acordo com a (ABTO), em junho de 2017, foi contabilizado a maior taxa de recebedores na espera de rins, córnea e fígado. Não há dúvidas, que a sociedade tem um posicionamento regressista em relação a tal assunto. Ou seja, negam a contribuição pra tal fazimento.
Por fim, cerca de 35 mil pessoas esperam por uma nova esperança de vida, que é receber o transplante. Mas de contrapartida, muitas esperam um demasiado tempo, de maneira que muitos vão à óbito aguardando na fila. Sendo que, se as famílias concordassem, a situação seria diferente.
Em suma, é notório que a realização da doação vem aumentando vagarosamente. É de competência do Ministério da Educação, juntamente com as escolas e universidades, por meio de palestras, como também depoimentos de pessoas contempladas. Afim de consciencializar a todos, da importância de tal ato nobre e solidário. Logo, gerando indivíduos sensatos.