Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 19/04/2019
A Segunda Guerra Mundial, ocorrida entre os anos de 1939 a 1945, foi sem dúvida um grande genocídio, no qual mais de quarenta milhões de pessoas morreram, no entanto, também houve fatores positivos; a medicina foi evoluindo de forma cada vez mais rápida a partir desse fato histórico. Com efeito, nota-se que os dilemas da doação de órgãos representam desafios que devem ser enfrentados de forma mais organizada pela sociedade brasileira. Assim, cabe a análise acerca de causas, consequências e possível solução da problemática.
Mormente, é importante ressaltar os fatores que geram essa problemática. De acordo com o portal de notícias G1, cerca de 47% das famílias se recusam a doar órgão de parente com morte cerebral. Segundo especialistas, falta de informação é principal motivo para famílias negarem a doação, e a religião costuma, dentro desse sentido, ser usada como razão para não doar, mesmo que a maioria das doutrinas não se posicione contra tal prática. Dessa maneira, é extremamente importante uma melhor compreensão da população acerca desse tema.
Vale também ressaltar os efeitos desse fenômeno. Segundo o Jornal Da Cultura – da rede de televisão TV Cultura –, um único doador pode salvar até dez pessoas. Com isso, deixar de doar órgãos é praticamente o mesmo que deixar cerca de dez pessoas morrerem. Dessa forma, a falta de doadores é muito preocupante, portanto, é inadmissível que isso continue acontecendo hodiernamente.
Depreende-se, portanto, que a importância da doação de órgãos é visível e necessita de maior atenção pela população. Logo, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Educação, deve criar medidas que aumentem o número de doadores no Brasil, por meio de criação de palestras, nas escolas – não só para os alunos, como também para os pais –, com o objetivo de destacar que a doação de órgãos pode salvar muitas pessoas. Espera-se, com isso, que a sociedade mude seu pensamento e muitas pessoas ganhem uma vida nova.