Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 18/06/2019

Doar órgãos: um ato de solidariedade

O problema da doação de órgãos é algo que acontece em todas as partes do mundo. No brasil, apesar de os números de doação de órgãos terem aumentado, a falta de informação das famílias dos doadores é uma grande barreira a ser vencida para que o país alcance porcentagens maiores e consequentemente, mais vidas sejam salvas.

Inicialmente, é relevante citar a importância da doação de órgãos. O nefrologista e presidente da ABTO, Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, Roberto Manfro, afirma que os órgãos doados de apenas um indivíduo podem salvar, no mínimo, nove vidas. Nesse sentido, o Brasil mostrou um crescimento de 7% em 2018 no transplante de órgãos. No entanto, apesar desse aumento, a fila de espera ainda é grande. isso se dá, entre outros fatores, principalmente pela falta de informação das famílias quanto ao processo de doação.

Como conseguinte, com a demora e não autorização dos familiares para a retirada e doação, os órgãos ficam inviáveis para o transplante. Com isso, as listas e filas de espera aumentam a cada dia, colocando em risco a vida de centenas de pessoas que poderiam ter suas vidas salvas pelo simples atos da doação de órgãos.

Portanto, ao analisar o problema exposto, é de estrema importância resolvê-lo. Primeiramente, o Ministério da Saúde juntamente com o SUS, podem promover campanhas nos canas de comunicação e nas ruas, como também por meio de palestras ministradas por médicos e assistentes sociais a fim de conscientizar e esclarecer qualquer dúvida que a ´população tiver sobre o assunto. Ademais, o mesmo órgão pode oferecer capacitações gratuitas aos profissionais da saúde sobre como convencer com as famílias dos potencias doadores de modo a esclarecer as dúvidas e não causar espanto nem medo aos parentes enlutados. Dessa forma, muitas vidas serão salvas e o problema será amenizado.