Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 09/07/2019
O Brasil é referência mundial na área de transplantes.Qualquer pessoa viva ou morta, que estejam dentro dos padrões estabelecidos pelo Governo, podem doar. Em caso de pessoa já falecida os parentes devem autorizar a retirada dos órgãos, se o falecido teve morte encefálica.Entretanto o não conhecimento sobre tal tipo de morte,faz com que os parentes não autorizem.Esse dilema deve ser diminuído com pesquisas e repasses de informações aos familiares.
É primordial ressaltar que a morte encefálica é a perda total e irreversível das funções cerebrais.Por causa da falta de confiança na veracidade das informações 47% das famílias não permitem a doação ,segundo a ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos).
Não se pode esquecer que em decorrência da não-doação,as filas de espera no SUS(Sistema único de Saúde ) aumentam.Nos tempos atuais o Brasil tem mais de 30 mil pessoas á espera de um transplante,a maioria aguarda um transplante de rim, segundo a ABTO.
Fica claro, dessa forma, que é preciso maiores repasse de informações e maiores pesquisas sobre cada paciente para suas respectivas famílias.É papel do Ministério da Saúde, que engloba o SUS, maiores repasses de verba para o hospitais,dessa forma eles conseguiram fazer mais pesquisas sobre cada condição de pacientes e passaram as informações para os familiares.Dessa forma se conseguira mais confiança da família e consequêntemente haverá a diminuição da fila de espera.