Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 10/07/2019

“Devemos usar o tempo sensatamente e entender que o momento é sempre adequado para se fazer o bem”. Assim dizia Nelson Mandela. Em se tratando de doação de órgãos o tempo é primordial. A aceitação de tal doação, salva vidas.

Várias pessoas se encontram na fila para o trasplante de órgãos, são cerca de 32.716 segundo a associação brasileira de transplantes de órgãos (ABTO). São pacientes que aguardam por: rim, fígado, coração, pulmão, pâncreas e córnea. Para receber os órgãos é necessário fazer exame de sangue para saber se o tipo sanguíneo é compatível e as características físicas também são importantes.

Uma grande parte dos órgãos deixam de ser doadas por falta de diálogo entre os familiares. A falta de divulgação sobre o tema faz com que muitas pessoas desistam de doar por acharem que estão desrespeitando um ente querido.

A organização mundial da saúde (OMS), deve tornar obrigatório palestras em hospitais e postos de saúde, sobre a doação de órgãos. Pois, através de todos os esclarecimentos sobre o tema, o cidadão poderá optar por ser um doador ou não.

Após a palestra todos os participantes devem ser cadastrados como doadores ou não. Este cadastro, salvaria muitas pessoas, pois, a vontade do paciente já estará determinada. Tirando assim, a responsabilidade da família e respeitando a vontade do paciente.