Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 25/09/2019

Não há nada mais nobre para o homem do que salvar a vida do seu semelhante. Nesse sentido, uma das formas de realizar tal ato é por meio da doação de órgãos, visto que esse processo normaliza as funções vitais ou básicas de um ser humano. Dados de 2017 do Portal Governo do Brasil informam que para cada milhão de habitantes brasileiros, 16,6 são doadores efetivos. Assim, apesar do número ser emblemático, torna-se ímpar a necessidade de uma maior difusão sobre o processo de doação e suas implicâncias a fim de que se consiga um número ainda mais expressivo de doadores.

Mormente, segundo o Ministério da Saúde, o Brasil é o segundo maior transplantador de órgãos do mundo. Todavia, o Estado brasileiro poderia alcançar o topo desse ranking se disseminasse de forma massiva e instrucional para o povo brasileiro todo o processo envolvido em um transplante e seus benefícios para o portador. Dessarte, com um maior conhecimento sobre o assunto, indivíduos se sentiriam mais confortáveis em engajar na causa.

Ademais, associado ao que foi dito, compreende-se, então, o quão importante é que portais de telecomunicações rotineiros divulguem de forma ampla e didática a real grandeza em solidarizar pela ação e, assim sendo, garanta que pessoas com exigências de doações usufruam de uma necessária homeostase corpórea.

Portanto, fica claro que ao menos uma medida deve ser tomada para amenizar parte dessa conjuntura. À vista disso, cabe ao Ministério da Saúde, juntamente com o Ministério da Educação, investir em propagandas midiáticas a respeito da doação de órgãos de forma que seja recebida por grande parte da população brasileira. Essa propaganda deverá conter informações didáticas e de fácil entendimento de como se dá todo o processo de um transplante e suas implicações benéficas para a normalização do corpo humano. Desse modo, parte das dúvidas gerais serão sanadas e, por consequência, poderá haver um aumento ainda mais significativo no número de doadores.