Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 13/02/2020

A doação de órgãos é ato nobre que pode salvar vidas. No Brasil, no entanto, esse procedimento ainda enfrenta impasses. É possível afirmar que esses impasses devem-se não só pela falta de divulgação como também pela negativa familiar.

A doação dos órgãos pode ser realizada de duas formas: doação em vida ou após a comprovação da morte encefálica do individuo. No entanto, a população brasileira conhece pouco desse procedimento, pois a pouco é divulgado, falta o diálogo nas escolas e faculdade, e , principalmente, nas famílias e por isso, as filas de transplante são enormes. Isso, demonstra, portanto a carência de informação que os cidadãos brasileiros.

Além disso, no caso da morte encefálica, quando não há mais atividade cerebral, a doação só pode ser realizada mediante a autorização da família. É uma decisão difícil de ser tomada por se tratar de um ente querido, por isso há necessidade de que as pessoas conheçam esse procedimento, já que segundo o Jornal Agência Brasil, um doador pode salvar até oito pessoas. É de suma importância que a população brasileira sabia o valor da doação.

Diante disso, cabe ao Ministério da Saúde em parceria com as Mídias Sociais realizar campanhas por meio de debates e palestras gratuitas nas escolas, faculdades e unidades básica de saúde com a presença de médicos, enfermeiros e agentes de saúde a fim de que os cidadãos sejam instruídos e desejem participar dessa corrente do bem.