Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 23/10/2019
Morte, filas de espera, insuficiência, todos esses são problemas derivados da falta de órgãos doados, no Brasil, para a instituição responsável pela distribuição desses recursos. Por isso, pode-se afirmar que a doação de órgãos é indispensável para a saúde pública e para o bem-estar da população brasileira. Portanto, é necessário que, medidas visando um aumento exponencial da qualidade e do número de órgãos doados sejam tomadas.
Segundo BK, compositor e rapper brasileiro, “O importante é saber o que temos para hoje”. Ao analisarmos e integrarmos essa frase no contexto de doação de órgãos, pode-se perceber que o cantor leva o ouvinte a valorizar o presente. Ao fazer isso, o músico demonstra a futilidade dos bens materiais e do apego ao corpo após a morte, incentivando a doação de órgãos por parte dos que escutam suas músicas e de seus familiares.
Em contrapartida, situações como a crescente do tráfico de órgãos, grandes filas de espera para se adquirir órgãos e a insuficiência dos número deles com relação a demanda, agem como barreiras para uma população mais disposta a doar partes de seu corpo e influenciam negativamente na mentalidade da população.
Logo, afim de aumentar o número de doadores e amenizar o problema no Brasil, algumas ações devem ser tomadas. Primeiramente, as plataformas midiáticas tomar uma iniciativa e entrar em contato com cantores e médicos, formando um trabalho em conjunto e transmitindo informação para as massas através de um meio de comunicação amigável e limpo, como as rádios, televisões e campanhas na internet. Em segunda instância, o governo pode disponibilizar incentivos fiscais para os doadores de órgãos e seus familiares, favorecendo a doação. Finalmente, a família brasileira deve continuar com o bom trabalho e continuar a autorizar a doação de órgãos de seus familiares.