Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 28/10/2019

No clássico da literatura Inglesa “O Frankestein” de Mary Shelley, conta a história de Vitor Frankestein, que após perder sua querida mãe, se encontra em estado de solidão e pensa em inventar a vida de volta por meio da ciência a partir de orgãos de diversos cadáveres com o intuito de amenizar sua dor. Fora da literatura, é essencial que a questão da doação de orgãos seja incentivada por meio de divulgação e visando diminuir os gastos da rede pública de saúde.

Em primeiro lugar, é notório a falta de divulgação sobre essa problemática. Como dizia Mark Twain: “Muitas coisas pequenas foram transformadas em grandes com o tipo certo de propaganda”, a partir desse pensamento pode-se deduzir que o meio publicitário é importante para a propagação da ideia de doação de orgãos ao meio popular para que o tema seja debatido e levado á sério. Portanto é necessário que haja o direcionamento desse assunto visando alcançar a grande massa.

Ademais, para que o progresso deste processo seja realizado, é necessário quebrar alguns paradigmas.O filósofo Émille Durkheim denominou o termo “fato social” como padrões de pensamentos postulados pelo senso comum da sociedade, com isso crenças proíbem doação de orgãos, além de haver pessoas que não acham moral retirar um orgão de seu corpo, mesmo que póstumo. Por isso, é preciso quebrar esses fatos sociais impostos pelas pessoas em geral, visto que a doação pode salvar diversas vidas e ajudar na redução de gastos públicos.

Dessa forma, é necessária a reversão dos problemas a em relação ao processo de doação de orgãos na realidade Brasileira. O Ministério da Cidadania pode promover a divulgação da problemática em questão por meio de propagandas e divulgação eficiente. Além disso, O MEC pode estimular a discussão dessa problemática no sistema de ensino por meio de debates e palestras. Para que os gastos nas redes públicas possam ser diminuídas e vidas possas ser salvas.