Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 28/10/2019
No Egito antigo, o método da mumificação foi um dos primeiros meios que o homem utilizou para entender o corpo humano, o avanço de práticas como essa, conduziu técnicas avançadas como o transplante de órgãos.Apesar disso, atualmente, persistem dilemas que dificulta a doação de órgãos.Desse modo, a desinformação da população e a falta de suporte nos hospitais são um dos entraves que precisam ser solucionados.
É necessário , primeiramente, destacar que a falta de informação da população sobre o assunto é um dos obstáculos que impedem o Ato da doação. A explicação para tal questão é devido as superstições e o medo de casos como de morte encefálica , o possível doador possa estar vivo. Sendo assim, no “mito da caverna " criado ainda na Grécia antiga pelo filósofo Platão, vê-se a ideia de que parte da população apresenta uma visão distorcida da realidade, explicando a desinformação da sociedade por uma teoria errônea .Logo essa perspectiva ocasiona às filas de esperas dolorosas e numerosas .
Entende-se, entretanto, que a falta de suporte nos hospitais impedem o aumento dos transplantes.Isso acontece porque as doações só podem ser realizadas em hospitais credenciados , no período curto de tempo. No entanto , mesmo instituída à lei 9.434 da Constituição Federal , sobre a legalização da remoção de órgãos, tecidos e partes do corpo, é notório a dificuldade da doação. Por consequência, a perda dos órgãos leva à inúmeras mortes que poderiam ser evitadas.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática. Dessa forma, a escola junto com a Secretaria de Saúde deve implantar campanhas anuais, por meio de palestras informativas com exemplos de casos reais de transplantes, com objetivo do aumento de doações.Ademais, o Ministério da Saúde deve fiscalizar e auxiliar hospitais credenciados, a partir de uso de novos equipamentos que preservem os órgãos por mais tempo, a fim de evitar à perca de transplantações.