Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 29/10/2019
Se Informe e Doe Vida
Em 1933 na Ucrânia foi realizado o primeiro transplante de órgão, no Brasil somente em 1968. Desde então aprimorou-se muito essa técnica, mesmo assim mais de 40% dos possíveis doadores são recusados pelas famílias, que é responsável por decidir se os órgãos podem ou não serem doados. Certamente a falta de conhecimento e alguns mitos criados pela sociedade, impedem que o número de doadores seja maior.
Primeiramente, deve ser combatida a ignorância em relação a doação de órgãos. Com propósito de facilitar que a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos atinja suas metas. Incentivando o diálogo entre as famílias, fazendo com que fique claro a intenção de cada um em relação ao tema. Pois não sabendo que o individual queria ou não doar, as famílias tendem a negar, por isso a importância de deixar claro essa decisão.
Além disso, deve-se divulgar os números relacionados a doação, como as mais de 30 mil pessoas que aguardam em uma fila por transplante, ou que 1 doador pode salvar até 8 vidas. São dados relevantes, que podem ajudar muito em campanhas midiáticas, e colaborar para que logo não tenha mais fila. O Brasil é o país que mais realiza transplantes gratuitos no mundo por meio do Sistema Único de Saúde, uma grande estrutura ao dispor da população.
Portanto, a falta de conhecimento é um grande obstaculo para a doação de órgãos. O Governo Federal mediante o SUS deve investir em publicidade, com esclarecimento de dúvidas, mostrar dados e como é o procedimento. Assim com mais informações a população pode falar do assunto e decidir pela doação.