Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 31/10/2019
O avanço tecnológico e científico garantiu descobertas e procedimentos que alavancaram a medicina e, a década de 60, foi o marco inicial para o transplante de órgão no Brasil. Com isso, o desenvolvimento da sociedade é nítido, no entanto ainda há desafios para doação de órgãos no país. Tais fatores são salientados pela resistência das famílias e pela falta de estrutura nos hospitais.
A primórdio, cabe destacar que por questões religiosas, tradições culturais, medo e preservação do corpo do defunto os familiares recusam doar órgãos e não autorizam. Além disso, as pessoas por desconhecerem quando irão vir a óbito não legalizam a vontade de ser doador. Essa realidade é um problema, pois a lei vigorada em 2017 só consolida, sem interferência da família, os casos documentados pelo próprio doador.
Outro agravante é a decadência do investimento da saúde pública no país. Visto que é recorrente situações de calamidade nos hospitais. E muitos pacientes que estão nas filas de espera por transplante acaba a falecer. Por motivos como falta de recursos financeiros, corrupção no sistema, decadência da saúde pública, falta de profissional e imensas filas. Estes desafios impedem a eficiência do processo de transplante e pode ser ainda mais agravante quando envolve o mercado negro com o tráfico de órgãos.
Portanto observa-se mortes que seriam evitadas se não fossem por todas essas circunstâncias. Por isso medidas devem ser tomadas. É adequado ao ministério da saúde propror leis que facilitem o atendimento ao transplante de órgãos no país, desde aos hospitais públicos e privados. com isso, observando ainda mais a melhoria na medicina através do avanço tecnológico e científico.