Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 01/11/2019

Segundo Franz Kafka, a solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana. Nesse sentido, podemos inferir que a partir da alteridade, se colocar no lugar do próximo, é possível um simples auxilio em uma questão tao fundamental que é a doação de órgãos. Contudo, ainda há muitos obstáculos que dificultam tal ação.

Em primeiro plano, pode- se observar que um dos motivos para se negar a contribuiçao de uma parte do individuo é a tristeza pela perda. Por conseguinte, é compreensível  que os parentes enfrentam uma série de dilemas éticos na hora de decidir o que fazer com o ente querido recém-perdido. Portanto, é necessário a instruçao de famílias que perdem um ente, de forma que elas possam ter dimensão que naquele momento outro individuo pode estar em situação de morte necessitando daquele órgão.

Em segundo plano, a falta de conhecimento sobre uma fila de espera de transplante, é um dos motivos que corroboram para o estagnado dilema de auxilio de órgãos. Segundo Newton, a tendencia de um corpo é se manter em repouso, quando nenhuma força é aplicada sobre eles. Por isso, a tendencia apos a morte de um familiar é um funeral com o corpo intacto do individuo, nessa hora é relevante o aconselhamento de um medico, que leve a família a família a ser solidaria e doar o orgao.

Diante da discussão apresentada, algo precisa ser feito para que a população em geral se informe quanto a o dilema de doação. Logo, o Ministério Publico de Saúde, por meio de verbas governamentais, deve investir em propagandas a partir da utilizaçao de midias, sejam elas internet, televisão, para que a sociedade possa ter consciencia da importância de ajudar o próximo a partir da contribuiçao de orgaos. Nesse âmbito, o fito de tal ação é  importante para que a partir do ganho de conhecimento e rompimento de mitos, as familias possam auxiliar outras vidas a partir da doaçao de orgaos. Somente assim, esse dilema sera dirimido, pois, conforme Gabriel O pensador “Na presença do presente a gente molda o futuro”.