Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 02/11/2019
Na obra ‘‘utopia’’ de Thomas More é retratada uma sociedade perfeita,na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas.No entanto,o que se observa na realidade brasileira é o oposto que o autor prega,visto que falta de estruturas hospitalares e da negação dos parentes sobre a doação de órgãos,dificultam a concretização dos planos de More.Sob esse aspecto,faz-se necessário analisar as principais causas,consequências e uma possível medida relacionada a esse triste fenômeno em nossos dias.
Em primeira analise, a falta de planejamento hospitalar representa um motivador fundamento para o agravamento desse impasse social.De acordo com o portal de notícias G1,40% dos hospitais públicos na região sudeste não possuem equipamentos adequados para transplantar os órgãos nos indivíduos que, por conseguinte,há o aumento na fila de espera e o cidadão que precisa com urgência desse órgão possa ir a óbito.Diante de tal contexto, é inaceitável a omissão das instituições especializadas frente ao declínio que essas minorias estão sendo submetidas.
Além disso,é possível destacar a recusa das famílias como promotor do problema.Segundo pensador Thomas Hobbes,o Estado é responsável por garantir o bem estar da população,entretanto,isso não ocorre no país.Nesse sentindo, devido a falta da atuação das autoridades,os familiares tendem a recusar as doações quando o indivíduo falece, pela falta de informações sobre o assunto,no qual dificulta a realização desses procedimentos.
Desse modo,o Ministério da Saúde em conjunto com a mídia,deve promover divulgações sobre a importância da doações de órgãos, por meio de campanhas realizadas na mídia,com depoimentos e profissionais na área que tiram duvidas das pessoas sobre o assunto. Espera-se com isso, aumentar novos doadores no Brasil e essa problemática ameniza-se.