Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 18/04/2020

Em uma das cenas da série Sob Pressão, um rapaz da entrada no hospital após ter sofrido um acidente de moto. Logo o doutor da o diagnóstico à sua mãe que o garoto teve morte cerebral. Devido a isso, os médicos tentam convencê - la a doar os órgãos do filho, mas ela não dá ouvidos. Fora da ficção, o desafio da doação de órgãos é uma realidade no Brasil. Diante disso, cabe analisar a falta de diálogo entre o doador e a família e suas respectivas consequências.

Primordialmente, a ausência de conversa entre parentes e do falecido dificulta a doação de órgãos. Nesse sentido, inúmeros seres perdem a vida na procura de uma parte do corpo necessária para a sobrevivência. Além disso, o número de transplante de órgãos aumentou 15,7% no primeiro semestre de 2017, se comparado com o mesmo período de 2016, aponta o jornal R7. Entretanto, a recusa por famílias dificultam esse aumento, visto que não existe uma conversa saudável sobre a temática.

Ademais, como conseqüência da recusa por parentes no transplante de órgãos, a fila de espera por uma doação aumenta. Segundo o G1, aproximadamente 40 mil pessoas estão na fila de espera por um transplante. Assim, diversos seres morrem na espera por um órgão.

Portanto, a falta de diálogo em família colabora para a não doação de órgãos e consequentemente cidadãos morrem na fila de espera. Dessa forma, é necessário que o Ministério da Saúde em parceria com a Associação Brasileira de Transplante, devem promover palestras para conscientizar em massa a população sobre a doação de órgãos, por meio de propagandas na televisão com médicos especializados que tirem dúvidas a cerca do assunto. Também, é necessário que nesses momentos tenha conversa com quem já passou pela situação, como mães, para que assim, aumente a doação de órgãos no Brasil. Com isso, a realidade vivida na série Sob Pressão, será um problema a menos em solo nacional.