Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 03/05/2020
Fato que pouco se sabe é a importância da reflexão da data 27 de setembro - Dia Nacional da Doação de órgãos -. Nessa perspectiva, a ciência garantiu diversos avanços na área da saúde entre eles o transplante, porém enfrenta desafios por falta de colaborações da população, sendo inadmissível o posicionamento do governo que não atribuí á devida importância. Por certo, tal fato está ligado aos dilemas da definição de morte e o comércio ilegal de estruturas anatômicas.
De início, culturalmente diz quê, existe vida enquanto o coração bater. No entanto, esse esteriótipo é debatida pela neurociência, conjunto de conhecimento referente ao sistema nervoso, que define a morte como a inativação do celebro. Por conta desse embate, a recusa da doação de órgãos é persistente em milhares de famílias, por possuí esperanças da recuperação do indivíduo, o que não ocorre. Assim, deve-se desmistificar tal posicionamento para preservação de outras vidas.
Em seguida, as mídias estão abarrotadas com notícias de “açougues humanos”, venda milionárias de tecidos humano. Com isso, à apreensão da família de uma pessoa que sofreu morte encefálica, para doar tais órgãos é maior, por não saber os destinatários. Ademais, o tráfico de órgãos possui dimensões multinacionais, onde os EUA se destacam. Com efeito, a garantia da segurança pública não é efetivada, sendo incongruente com a política dos países.
Diante dos fatos supracitados, entende-se a importância da mediação acerca do assunto. Desse modo, é imprescindível conscientizar as pessoas da notoriedade de doar órgãos, caso possível, por meio da mídia e palestras escolares, com intuito de minimizar as enormes filas do cadastro técnico único. Além disso, é preciso informar os familiares sobre suas pretensões de doador, para evitar possíveis tormentos. Logo, será provável reverter tal panorama assustador.