Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 23/04/2020

A doação de órgãos se tornou um assunto a ser comentado, deixando de ser tabu para ser um assunto que deve ser desenvolvido entre as famílias. A necessidade desses órgãos só aumenta, pois o número de doadores é escasso para a grande demanda, então os órgão de saúde vem aconselhando as pessoas a comunicar suas famílias de tais decisões, para que se chegar um momento que tenham que decidir, estarem preparados.

O processo é intensamente burocrático e cauteloso, pois, existe uma série de riscos que o órgão e o paciente transplantado sofrem, além dos cuidados que deve-se tem com a família. Além de tudo o processo deve ocorrer de forma acelerada, visto que, se tratam de tecidos vivos que podem iniciar o processo de decomposição.

No Brasil o SUS (Sistema Único de Saúde) cobre todas as despesas com os processos de transplante, com isso coloca-se em segundo lugar no ranking mundial de transplantes. Apesar de ter muito sucesso a carência é aparente; existem muitas pessoas na chamada fila de transplante, pois lidar com famílias que acabam de “perder” um ente querido muitas vezes acaba se tornando um problema, com isso dificultando toda a seleção.

Como não há um jeito de obrigar as famílias a doar os órgãos, as equipes de apoio e coleta tem uma enorme preparação para conversar com tais, o investimento nessas equipes pode ajudar muitas vidas, pois uma pessoa preparada para estas ocasiões tendem a facilitar tal curso, assim aparando tanto a família do doador quanto a do transplantado.