Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 04/08/2020

África do Sul, foi o primeiro país a notificar o primeiro caso de trasplante cardíaco no século XX, tal inovação abriu portas para o aprimoramento da técnica e inovação cirúrgica. No Brasil, dados apresentados pelo SUS revelam um aumento exponencial no número de doadores e transplantes realizados, mas também afirmam que ainda não é o suficiente para atender toda a população afetada, que por falta de informações sobre as etapas do processo e comunicação social, se revela um grave problema.

Primeiramente, é importante salientar a falta de meios efetivos voltados para a informação dos familiares a respeito dos processos e etapas da doação de órgãos. Platão redige sobre o conhecimento em sua alegoria da caverna, onde afirma que o conhecimento liberta das ilusões e achismos. Sob tal ideia, esclarecer as etapas seguidas ao familiares, permite uma maior lucidez na tomada de escolha, e concientimento familiar.

Portanto, medidas são nescessário. Com o objetivo de aprimorar a socialização entre família e estado. O SUS vinculado a associação de transplantes brasileiros, por meio de projetos enviado a câmara dos deputados, iniciará uma formação com médicos e assistentes sociais, por meios de palestras e capacitação profissional, com a finalidade de esclarecermos e amparar a família no momento difícil, contribuindo para mais vidas salvas no Brasil.