Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 26/10/2020

A doação de órgãos é algo muito necessário, somente no ano passado entre o mês de janeiro e março no Estado de Santa Catarina, foram realizados 304 transplantes de órgãos, já esse ano, no mesmo período entre meses, foram necessárias 345 doações, 41 a mais que ano passado.

Porém, somando em todo o Brasil, a história já é outra, em 2019 foram feitos 15.827 transplantes, entretanto, em 2020 essa taxa caiu em 37% por causa da pandemia do covid-19, sendo realizados apenas 9.952, uma grande queda comparado ao ano passado. Segundo o site de notícias “G1”, o número de doadores também sofreu uma queda de 6,5%, onde no ano passado se encontrava 18,1 pmp (por milhão de população), mas em 2020 esse número alcançou 18,4 (antes da pandemia), mas com a chegada do vírus covid-19, esse número foi reduzido para 15,8 pmp.

Nitidamente não são todas as pessoas que podem doar órgão, para começar é obrigatório ser maior de idade (18 anos), ter uma uma boa saúde e ser avaliado por um médico. Existem dois tipos de concedentes, aqueles que concedem o órgão o’quanto vivo, é os que doam quando mortos. Os que optam por doar vivos, podem conceder o um rim, parte do fígado, medula óssea ou parte do pulmão. Já os falecido podem dar quase todos, conquanto só poderá fazer isso após alguns exames, comprovando que ele é apto a doar e que prove que ele concedeu permissão a isso. Assim como existem pessoas que podem doas, tem aquelas que não podem, sendo elas: pessoas que contem doenças infectocontagiosas, degenerativas ou tumores malignos e pacientes em coma.

Resolver esse problema, requer um grande esforço da sociedade, onde teríamos que adotar hábitos saudáveis e mostrar a todos o quão importante é a doação de órgãos, mostrar quantas vidas podem ser salvas. Fazendo assim muitas famílias felizes.