Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 25/10/2020
A sociedade brasileira vive uma crise relacionada à doação de órgãos, porém, as doações possam salvar várias vidas, muitas pessoas ainda se recusam a seguir o método de adoção pois não sabem o quanto iriam ajudar com somente uma doação. Afetados por emoções, os membros da família não têm permissão para remover os órgãos porque desejam que seus parentes estejam vivos. Além disso, não há movimento para esclarecer como ocorre a doação de órgãos e os requisitos necessários.
Assim como Nelson Mandela disse: “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.” e se encaixa muito bem na doação de órgãos, pois se nós educarmos e abrirmos as mentes dos leigos haverão mais doações. No filme “O poço” vemos uma desigualdade imensa e sofrimento do próximo e a maioria só pensa em si mesmo, isso ocorre também no nosso mundo.
Segundo o G1 em 2019, o Brasil tem 45 mil pessoas na fila para transplante de órgãos, e isso com uma média muito baixa de doadores que em 2020 segundo o G1, caiu em 6,5% no Brasil. Portanto, este tema raramente é explorado. No momento decisivo final, toda a família foi surpreendida pelo conselho do médico sobre a importância da retirada de órgãos, mas por falta de conhecimento e o impacto da fragilidade, não foi aprovado.
Portanto, fica claro que as barreiras da desinformação e do desconhecimento precisam ser superadas para aumentar o número de doações de órgãos. Portanto, ao revisar o BNCC (National Public Curriculum Foundation), a responsabilidade do Ministério da Educação é incluir instruções detalhadas sobre os procedimentos e a importância da doação de órgãos nas aulas de biologia enviadas para escolas de ensino médio para introdução no passado. Proporcionar conhecimento ao cidadão brasileiro e garantir que ele tenha condições suficientes para tomar decisões conscientes entre as possíveis decisões que devem ser tomadas.