Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 26/10/2020

Desde a primeira doação de órgão, em 1933, a tecnologia à respeito vem aprimorando-se rapidamente. Porém, a necessidade pela doação de órgãos cresce em proporção diferente da disponibilidade de doação. Mesmo no Brasil que aumentou em 63,8% o número de transplantes, enfrenta-se a falta de estrutura, recursos e profissionais para esse procedimento, além da escassez e novos doadores relacionado à falta de informação à população sobre o assunto.

Como mais de setenta por cento da população brasileira depende do Sistema único de Saúde (sus), nele a fila de doações cresce cada vez mais, levando o paciente a esperar anos por sua cirurgia,  em contraste ao número de novos inscritos no programa de doação de órgãos. Essa situação, está ligada a negligência de investimentos que o governo tem dado ao SUS. Essa situação consequentemente, gera a falta de recursos e profissionais habilitados para a execução dos procedimentos agrava mais o tempo de espera na lista de chamada de transplantes.

Além disso, a divulgação nos espaços digitais é quase nula. Dessa Forma, o estado mostra-se negligente, podendo utilizar-se desses ambientes para a disseminação de conteúdo e conhecimento sobre a importância desse ato, divulgando e incentivado a entrada no programa, ajudando muitas pessoas a manterem-se vivas.

Logo, o Ministério da Saúde deve desenvolver no mês de setembro, que é o mês de conscientização para a doação de órgãos, em suas redes sociais, conhecimento á respeito, por meio de postagens educativas sobre. Além disso, ele deve ampliar a bolsa de fundo para o financiamento desses procedimentos, para garantir artifícios e profissionais qualificados na realização dos procedimentos. Assim, o número de doadores aumentará e conduzindo á aceleração da fila de espera, salvando vidas e melhorando um recorte do âmbito da saúde publica.