Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 23/11/2020

De acordo com a organização da saúde qualquer pessoa que morra de morte cerebral é capaz doar órgão, sendo assim deveria ser um procedimento fácil, mesmo assim no Brasil com vários problemas relacionados a doação de órgão, como fila de espera e a implicância são os principais problemas.

Nas últimas décadas o transplante de órgãos e tecidos tornou-se uma opção terapêutica segura e eficaz no tratamento de várias doenças, delimitando a melhoria na qualidade e na perspectiva de vida, além de proporcionar maior sobrevida aos pacientes em estado terminal. Famílias têm de lidar com uma série de dúvidas na hora de decidir se doam ou não os órgãos de um parente recém-perdido, pois seguindo a lei estatal a decisão final sobre o destino dos órgãos da pessoa cabe à família, no entanto, várias ainda implicam e recusam a doação de órgãos por motivos diversos.

Entretanto, o número de transplantes ainda é insuficiente para atender a demanda crescente de pacientes que aguardam na lista de espera. Além disso, há subnotificação da morte encefálica às Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos, falta de política de educação continuada aos profissionais de saúde sobre o processo de doação, de transplante e recusa familiar em relação à doação de órgãos e tecidos.          Diante disso, o Ministério da Saúde tem aplicado diversas estratégias para o aumento das doações de órgãos e tecidos, dentre elas, destacam-se a melhoria da infraestrutura, principalmente, na capacitação de equipes para realização de contato com os familiares dos possíveis doadores; incentivo financeiro aos hospitais e sensibilização da sociedade, por meio de campanhas anuais de incentivo à doação de órgãos e tecidos.