Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 27/10/2020
O Brasil vive um dilema em relação à doação de órgãos em todo o contexto da sociedade. Apesar da doação poder salvar diversas vidas, muitas pessoas continuam se negando a contribuir, já que existem alguns conceitos que são desconhecidos pelas pessoas, como a questão da morte encefálica. Além de que, não há campanhas que esclareçam à população como a doação de órgãos acontece e quais são os requisitos, assim incentivando-os.
Em uma primeira análise, percebe-se que ué por se tratar de uma situação muito delicada e que poucas famílias discutem, na hora em que o parente falece, a primeira reação é negar a doação. Isso acontece, também, por conta de uma abordagem não muito efetiva das campanhas, pois, se o assunto não surge espontaneamento dentro dos lares brasileiros, é dever do Estado proporcionar esse debate nos mais variados âmbitos sociais. Além do mais, de acordo com a ABTO, de 6 mil pessoas que tiveram morte cerebral (em 2012), somente 1.800 se tornaram doadoras, ou seja, ainda existe uma aderência muito baixa por conta de parentes que negam e desconhecem os requisitos de doação. Outro ponto é que, mesmo dentro das escolas o assunto não tem relevancia e fica esquecido. A exemplo, também não se nota campanha com cartazes nas ruas abordando tal tema.
Visto que, é necessário uma melhor informação sobre a doação de órgãos para a sociedade, esclarecendo todo o benefício da ação. Para o combate da desinformação, o Governo toma uma papel primordial, como promovendo mais campanhas a respeito. Além disso, também é importante a sociedade em si buscar saber mais sobre, uma boa estratégia de informação é através das propagandas nas emissoras e também na internet.