Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 14/02/2021

No Antigo Egito a conservação do corpo era algo imprescindível, pois havia a conservação de que isso seria necessário na vida após a morte, sendo então mantido e preservados nas sepulturas. Analogamente, o mesmo ainda é realizado no Brasil, apesar de não haver esta especificação específica, a maior dificuldade vem sendo o esclarecimento aos familiares que a doação de órgãos não irá prejudicar o doador pelo contrário respeitará o último desejo dele, desmistificando essas crenças que inconscientemente integrada na maior parte da população. Logo, é necessário é necessário a análise desse problema para diminuir o dilema para o aumento das doações de órgãos no Brasil.

Nesse sentido, o número de doadores em nosso país crescendo nos últimos anos. Entretanto, as doações permanecem quase estagnadas, isso por que no Brasil mesmo que uma pessoa decida dosar seus órgãos, quando vier a falecer, uma decisão final caberá a família e não a ele. Hodiernamente, vidas vidas tem perdido a oportunidade de serem salvas pela falta de conhecimento na população. Segundo dados da Associação Brasileira de Transplante, um táxon de recusa de doação por familiares dobrou, entre os principais motivos estão a falta de compreensão do desejo por parte do doador, a religião religiosa, ea falta de conhecimento sobre o procedimento. Assim, uma dificuldade de compreensão e compreensão de conscientização sobre esse ato tão importante tem sido um dilema no avanço da doação de órgãos em nosso país.

Além disso, a Lei nº 10.211 / 2001, atualmente possui que a família é responsável pela decisão favorável ou negativa em relação a doação de órgãos de parentes falecidos. Desse modo, a legislação não ampara a decisão do falecido, sua vontade é minimizada, circunstância que revela que uma determinação desse ato fico atrelada unicamente a família, havendo um confronto entre a vontade do doador e a vontade da família família. Nesse víeis, o filme “Sete Vidas” ilustra a importância da realização da vontade doador, quando seu personagem central deixa por escrito o desejo de seus órgãos após seu falecimento salvando sete vidas que aguardavam na fila do transplante. Destarte, é imprescindível que a última vontade do doador seja respeitada preservando seu direito como cidadão e o desejo de salvar vidas com a sua morte.

Verifica-se então a necessidade de modificações na legislação no Brasil. É importante portanto, que o Ministério da Saúde - órgão responsável pela administração da saúde em parceria com a Câmara dos Deputados, crie a lei que torne a decisão doador determinante no pós morte. Além do mais, que por meio de verbas governamentais promova nos meios de comunicação campanhas que esclareçam e divulguem a importância da doação de órgãos. Dessa forma, esse dilema a será erradicado .