Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 23/05/2021
Muitas pessoas lutam para viver a cada dia que se passa, mas alguns requerem um tratamento mais meticuloso e complicado, como é o caso dos pacientes que necessitam de doação de órgãos. No Brasil, a doação só pode ocorrer depois que o doador mostrar desejo no ato e comprovação de sua família, de acordo com o Ministério da Saúde.
Existem dois tipos de doadores: os vivos e os falecidos. Os vivos só podem doar órgãos duplos para que a sua saúde não seja prejudicada, ele pode doar a medula óssea, um dos rins e parte do pulmão ou fígado. Já o doador falecido é uma pessoa que tenha morte encefálica ou parada cardíaca comprovada. Sempre com a autorização da família, nos dois casos.
As doações vêm aumentando no Brasil, porém a rejeição das famílias ainda é alta, segundo a ABTO (Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos). Segundo o Ministério da Saúde em 2018 “das 6476 entrevistas familiares para autorização de doação, houve 2716 negativas, somando 42%.” Sendo assim, a negativa familiar é um dos principais fatores que contribuem para a não doação de órgãos.
O dia 27 de setembro (instituído pela Lei nº 11.584/2.007) é considerado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, o setembro verde foi criado para a conscientização da população brasileira sobre a importância de doar órgãos, onde o Brasil obtém o maior sistema público de transplantes sendo considerado o 2° maior transplantador do mundo.
O ministério da saúde é o principal responsável, para que possa haver uma melhora na área, para alcançar cada vez mais brasileiros necessitados. Mas a população também pode ajudar na conscientização na mídia e fazendo campanhas.