Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 04/06/2021

Conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos, as pessoas devem agir com espírito de fraternidade. Porém tal postura não é verificada na questão do dilema de doação de órgãos, que atinge negativamente parcela da população. Com isso, emerge um problema sério em virtude da falta de informação e do individualismo.

Sob esse viés, pode-se apontar como fator determinante a falta de conhecimento. Para Hipátia de Alexandria, “Compreender as coisas que nos rodeiam é a melhor preparação para compreender o que há mais além”. No entanto, há um hiato na compreensão da doação de órgãos por parte dos indivíduos, visto que muitos por não estarem inseridos na realidade de pessoas necessitadas negligenciam sobre informações acerca do tema.

Além disso, vale ressaltar que a falta de empatia influencia fortemente no problema. Jane Austen afirma que “Metade do mundo não consegue compreender os prazeres da outra metade”. Tal falta de entendimento ilustra o individualismo presente na questão, já que algumas famílias impedem a doação vinda do ente falecido por não se sentirem confortáveis com a situação, impedindo assim de se salvar uma possível vida.

Portanto, é urgente intervir nesse problema. Para isso, o Ministério da Saúde, deve fazer campanhas e transmissões em redes sociais, por meio de entrevistas com médicos especialistas no assunto, a fim de reverter à alienação social presente no dilema de doação de órgãos. Tal ação pode, ainda, contar com o envio de materiais em PDF com o resumo das aulas. Dessa forma, será possível tornar os preceitos da Declaração Universal dos Direitos Humanos uma realidade mais próxima.