Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 02/08/2021

No filme norte-americano “Uma prova de amor”, Kate necessita de um transplante de rim, entretanto encontra dificuldade em acha um doador após sua irmã Anna se negar a fazer a transferência do mesmo. Todavia podemos ver a ficção se tornar realidade diariamente em diversos hospitais brasileiros. Principalmente pele falta de informação sobre como ocorrer e em quais circunstâncias a pessoa vem a ser um possível doador.

Em primeira analise, é importante ressaltar que mesmo com o crescimento de doadores a fila de espera é ampla. São aproximadamente 41.122 pessoas que se encontram nessa situação de acordo com a “Agencia Brasil”. Devido à desinformação dos familiares, acaba por ocorrer o empecilho e não ser possível fazer a retirada dos órgãos quando seus entes queridos vem a ter morte cerebral. Contar,de acordo com o medico Valter Garcia que em outros casos essas mortes acabam por não serem notificadas por falta medica, provocando assim a impossibilidade de doação.

Contudo, é importante destacar que de acordo com a ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos), apenas metade dos dez mil casos de morte cerebral que ocorre por ano no Brasil ocorre à doação, ou seja, 50% dos mesmos. Devido a uma falsa esperança do mesmo acordar, mas diferentemente do coma onde há esperança de recuperação, a morte cerebral provoca à perda definitiva das funções celebrais. Cabe apresentar que 70% dos casos de morte cefálica não são devidamente diagnosticados de acordo com Valter Garcia.

Portanto, é exeqüível que para aumentar o numero de doadores se faz necessário o desenvolvimento de campanhas para conscientizar os cidadãos a ser doador e como ele pode salvar vidas. O governo juntamente com a SES e a ABTO deve criar projetos para engajar a causa e aumentar a infraestrutura dos hospitais juntamente com o numero de colaboradores para promover a redução  de casos não diagnosticados, ocorrendo assim o aumento das possibilidades de doações.