Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 02/08/2021

Em meados a pandemia, segundo Ministério da Saúde, “a doação de órgãos diminuiu 40% em relação ao ano de 2019”, não só o Brasil mas também o mundo inteiro sofre com isso, principalmente, por causa da quantidade de número de pessoas na fila de espera e a baixa a quantidade de doadores. Dados estatísticos anunciados pelo G1 dizem que o índice vem diminuindo e atualmente a taxa é de 15 doadores por milhão de população.

Uma pessoa tem a possibilidade de salvar mais de oito pessoas doando seus órgãos após aprovação de morte encefálica onde apenas o cérebro sofre danos ou uma pessoa viva que quer doar em sua consciência, outro problema recorrente a essa situação é o preconceito e aprovação familiar, parte da sociedade na aprova por motivos racistas, umas das razões pela qual um parente recusa a doação de órgãos é a falta de conhecimento sobre o que é morte encefálica, um processo de reversível.

No Brasil, existe um dos maiores sistemas de Saúde Pública do mundo, o Sistema Único de Saúde (SUS), grande aliado em doações de órgãos mas atualmente com o ritmo lento e maiores impendimentos para doações a fila por transplantes vem aumentando cada vez mais.

Os órgãos responsáveis por esse problema deveriam recolocar divulgações sobre doações de órgãos, com isso, ele estará incentivando a população e às conscientizando à ajudar e até salvar uma vida, as famílias deve conceituar que essa grande dificuldade que estamos enfrentando deve ser resolvida com doações, estabelecer que isso é a melhor maneira de preservar a vida humana.