Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 13/09/2021
De acordo com a secretária de saúde do Distrito Federal, seria possível zerar a fila de espera por transplante se as famílias de todos os possíveis doadores autorizasse a doação de órgãos.Por conseguinte, é notório que existem dilemas para doação de órgãos e é extremamente deletérios a sociedade, bem com para romper esses impasses urge medidas conjuntas e estatais. Dessa forma, é essencial desconstruir o paradigma acerca da doação de órgãos e ter empatia com o próximo.
Dessa forma, é essencial desconstruir o paradigma acerca da doação de órgãos e ter empatia com o próximo. Nesse contexto, desconstruir o paradigma é essencial, pois muitas famílias deixam de doar e aceitar a doação de órgãos por viés religioso e, muitas vidas são interrompidas.Isso se faz ratificado, ao analisar uma série “sob pressão” a qual os pais não queriam aceitar a doação de órgão da criança, visto que esperava um milagre de Deus, porquanto o embate entre uma religião e ciência é um paradigma que precisa ser descontruido, pois uma vida pode salvar a outra, e é um ato egoísta impedir uma criança de viver pelos padrões estabelecidos pela comunidade.
Outrossim,a empatia é um ato necessário para doações de órgão, porque a pessoa que recebe fica extremamente vulnerável e com medo de viver com órgãos de outro. Nessa acepção, o livro “Eu e esse meu coração” conta um história de um jovem que passou a maior parte da sua vida esperando um transplante e faltando pouco para sua morte recebeu de um colega de classe que faleceu, mas a Leah,a garota, sentia medo de ser julgada pelos colegas e pela mãe do finado e foi surpreendida, pois a mãe do menino se sentiu honrada de ter uma parte do filho na Leah,atrelado a isso a autora Judith Butler diz que é preciso ter “ética responsável”, é preciso ver o outro com empatia,haja vista o apoio das pessoas é um ato de empatia e compaixão.Dessarte, é evidente que a empatia é essencial para se ter uma doação de órgãos respeitosa no Brasil.
Em suma, é explícito que existem dilemas da doação de órgãos no Brasil. Portanto, cabe a mídia fazer o papel social e informar corretamente a população, trazendo a conscientização sobre doação de órgãos, mediante uma veiculação de campanhas sobre o assunto-devem passar em horário com bastante audiência e de fácil compreensão- com fito de mitigar os paradigmas contra a doação de órgãos.Dessa maneira, competir como pessoas fazerem sua parte na comunidade, pesquisando, ajudando e se voluntariado a aprender e ajudar essas pessoas que estão em estado vulnerável, por meio de campanhas na Internet- como a setembro amarelo, as pessoas se voluntárias para ouvir e fazer o outro se sentirem querido-, com fito de promover empatia. Assim, obter-se-á uma sociedade mais harmônica e coesa.