Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 29/10/2021
O quadro “O grito”, do pintor expressionista Eduard Munch, retrata a desesperaça refletida no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, na conjuntura hodierna brasileira, observa-se que, o sentimento de milhares de pessoas que nescessitam de uma doação de orgão é, amiudadamente, semelhante ao inlustrado pelo artista. Nesse viés, o problema motivado pela carêcia de estruturas especializadas e pela negligência da sociedade promovem mais uma problematica a ser resolvido.
Em primeira análise, é importante destacar que a indiligêcia do Estado potencializa a carência de estruturas especializadas na captação e distruição de orgãos. Esse contexto de inoperância estatal explifica a teoria das “Instituições Zumbis”, do sociologo Zygmunt Bauman, que descreve como fundamental a sua função para sociedade, todavia, não cumpre seu papel social com eficásia. Desse modo, inferi-se que, a escassez de centros especializados na distruições de orgãos acarreta no atrazo de transplantes.
Outrossim, é igualmente nescessário apontar a negligância social como outro fator que corrobora para manutenção do baixa do número de transplantes. Posto isso, de acordo com dados do “Registro Brasileiro de Transplante” o número de doadores efetivos teve uma queda de 26,1% no ultimo ano. Diante de tal exposto, com baixa do número de futuros possiveis doadores o tamanho das filas de espera por um órgão irão almentar, consequentimente o número de obtos também.
Portanto, medidas são nescessárias pra resolver o imparce. O Ministério da Saúde, deve implementar centros para coleta e distruiçao de ógãos, por meio de um projeto lei entregue a Camâra dos Depultados. Nele deve conter que centros com proficionais qualificados e equipamentos que facilitem o transporte dos órgãos devem ser colocados em locais estratégicos espalhados pelo Brasil. Espera-se com essa medida, acelerar o tramite e agilizar a rapidez do processo da doação de órgão.