Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 10/04/2023
No contexto atual, com os avanços científicos, encontraram-se novas fontes de cura para os seres vivos, um deles é a doação de órgãos, onde será entregue os órgãos ainda com funcionamento, para a sobrevivência de algum paciente.
Embora o crescimento no número de transplantes no Brasil seja de 63,8% em 10 anos, existe obstáculos que impedem um avanço maior desta porcentagem, onde a lista de espera é longa e duradoura. Um deles é no receio das famílias religiosas, que seguem os princípios de pecarem caso haja a doação dos órgãos, além da visão de que o falecido não subirá ao céu.
Outro problema ocorre quando o indivíduo não informa o desejo de ser doador, deste modo, a família opta por não doar os órgãos.
Visto que a sobrevivência de muitos está relacionado a necessidade de algum órgão, atualmente existe a circulação de tráfico de órgãos ilegais, uma lucrativa área, onde eles vem de sequestro ou até mesmo presos executados. Tais atos são preocupantes, já que o mercado vem crescendo e suas principais fontes são estrangeiros.
Dado ao exposto, para que haja maior porcentagem de transplantes legais é preciso a criação de projetos, por meio de políticas públicas, que incentivem a doação, como palestras nas escolas sobre a importância na vida das pessoas e informarem aos estrangeiros os riscos e formas de se previnir contra os sequetradores. Assim vão ter mais doadores voluntários e menos demanda por compra de órgãos ilegalmente.