Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 09/09/2023
Vive-se no Brasil uma situação crítica com a relação à doação de órgãos em toda a sociedade.Apesar de poder salvar diversas vidas, muitas pessoas continuam se negando a aderir ao método de adoção,quando constatada morte encefálica, ou de um indivíduo em vida. Contudo,muitos parentes levados pelas emoções não permitam as doações de órgãos tendo esperanças de estarem vivos ademais as média de transplantes no Brasil está muito aquém do necessário. Logo, medidas responsáveis por alterar esse quadro são cabíveis.
Em primeiro lugar de acordo com o ABTO (Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos), em 2015 mais de 2 mil pessoas morreram por esperar na fila de espera de um trasplante - entre elas 64 crianças. Esta triste realidade e por causa que a sociedade tem o conhecimento limitado perante a doação e ao trasplante órgãos, é também as falhas durante o processo como por exemplo a rejeição do órgão no seu organismo.
Em segundo lugar temos também a rejeição da familia por não quere faer a doação. Pois varias familias nutrem um a esperança de seus entes queridos possam ‘‘voltar’’ a vida depois de uma morte encefálica,oque não ocorre, uma vez que o indivíduo tem interrompida todas suas atividades cerebrais. Ademais há quem associe o potencial de um doador pela sua idade, mas não tem restrição etária para doação de órgãos, considera-se apenas a fisiologia do órgão para o transplante.
Desse modo, vimos que o problema em relação a doação de órgãos no Brasil está relacionada á falta de informações. Neste caso é o dever do Ministério da educação junto com o SUS (Sistema Único de Saúde), incluir o ensino detalhado sobre a importância da doação de órgãos, por meio de campanhas televisivas, investir em palestras dentro de instituições educacionais, e em outros meios públicos. A fim de incentivar e esclarecer as dúvidas da população em relação a doação de órgãos. semelhante a isso o governo pode investir mais na área da saúde evitando falhas nos trasplantes.