Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 08/09/2023

Foram demonstradas dificuldades cardíacas, em 2023, pelo apresentador televisivo Faustão Silva que teve a necessidade de um transplante de coração, proporcionado pelo SUS e por um doador de órgãos. Assim, como o apresentador, milhares de outros brasileiros são dependentes da substituição de órgãos, que é dificuldada por tabus e ignorância por parte da sociedade. Dessa maneira, é gerada uma problemática a cerca da doação de órgãos e que deve ser cerceada com medidas eficazes.

Em primeira instância, a doação de órgãos é um tabu e, por isso, é rejeitada por grande parte das famílias. Segundo uma matéria do jornal CNN, cerca de 47% das famílias se recusam a realizar a doação após a morte de algum parente saudável. O fato ocorre devido à crenças e falta de comunicação entre o médico legista e a família. Portanto, a escassez de órgãos para transplante é reiterada e as filas por doações crescem cada vez mais.

Outrossim, há a ignorância da população sobre quem pode realmente doar partes de si. Há a ideia de que somente doa órgãos aqueles que já morreram, entretanto, uma pessoa pode doar partes não vitais e contribuir com a saúde pública. Logo, é necessário a educação ao fator de quem pode participar de doações.

Baseado nos fatos sobreditos, é necessária a tomada de medidas eficazes. Dessa forma, cabe à maquina estatal e ao Ministério da Saúde - responsável por garantir qualidade de vida dos cidadãos - a conscientização sobre a doação de órgãos por meio de cartilhas, palestras e propagandas mídiaticas a fim de esclarecer o ato de doação e aumentar as doações para aqueles que necessitam de transplante. Somente assim, situações como a de Faustão serão solucionadas de maneira rápida e eficaz garantindo e melhorando a vida da população brasileira.