Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 09/09/2023

Em 1954, Joseph Murray foi o primeiro doador de órgãos do mundo, tal ato voluntário o fez ganhar o prêmio Nobel. Ato que motivou outras pessoas doarem seus órgãos, e comunicando a família o desejo de serem possíveis doadoras de órgãos após o óbito. Entrentando, ainda se enfrenta dilemas para doação de órgãos que prejudicam o conhecimento sobre o assunto.

É fato que há muitas pessoas da fila para receber um transplante de órgão. Em agosto de 2023, o caso que abriu palta na mídia para o assunto, foi o do Faustão, apresentador brasileiro, que precisou de um transplante de coração, transplante que foi realizado em pouco tempo. Porém, muitos doentes ficam anos na fila de doação.

Por ser um tema pouco comentado e descutido as pessoas tem medo e receio de serem possíveis doadoras de órgãos, já que o assunto é cercado de mitos e desinformação, propagadas por meio de Fake News nas mídias, dúvidas como “será que a pessoa realmente estará morta?” ou “a retirada de um órgão pode deformar o corpo durante o velório?” são respondidas na internet com desinformação e ignorância, e não são questionadas.

Portanto, não há dúvidas que é preciso uma atitude para mudar a questão dos dilemas da doação de órgãos causadas por Fake News. Para isso, o Ministério da Saúde - organização e elaboração de planos e políticas públicas voltados para a promoção, a prevenção e a assistência à saúde dos brasileiros - deve promover campanhas de conscientizção para informar com embasamento a população de como é realizado, as consequências para o transplantado e o que precisa para ser um doador, por meio das Midias Sociais (programas de TV; redes sociais: Instagram e Facebook). Nessa logica, o intuito de tal medida é que gradativamente a problemática seja minimizada e que as pessoas tenham acesso ao real conhecimento sobre o processo de doação de órgãos.