Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 12/09/2023
Uns dos maiores problemas que temos enfrentado com essa situação de doações de órgãos, é o fato de diversas pessoas estarem recusando a proposta de doações pós morte. Não que seja errado nem certo, porém seria uma ótima opção doar seus órgãos após morte, pois assim poderia salvarmos uma vida.
A doação de ógãos não é muito falada de uns tempos para hoje, porque envolve a vida e a morte do individuo, além de que é uma coisa pouco discutida, porque ainda tem suas duvidas. Tabém existe a possibilidade de doar seus órgão ainda em vida, mas também pode causar danos inrreversivéis ao sujeito.
Além de que se caso houver um doador, e doar algum órgão para uma pessoa que realmente necessita desse tal órgão, essa pessoa podera viver o resto de sua vida sem se preucupar com alguma doença futura ou óbite de seu órgão.
Mas claro não são todos os órgão que nós podemos doar em vida, existe
exceções, são eles rim, parte do fígado, um dos pulmões ou medula óssea. Já quando a morte ocorre por parada cardíaca ou respiratória só é possível doar córneas, peles e ossos. E se caso ocorra uma morte cerebral não tem chances.
Segundo os dados do Sistema Nacional de Transplantes, o Brasil tem aproximadamente 53,2 mil pessoas na fila de espera por um transplante de órgão. 31 mil aguardam um rim e 19 mil esperam por uma córnea. Essa fila funciona de acordo com o estado do doador, se caso esse doador tenha um órgão totalmente
saudável, ele já está pronto para doação, caso contrário não ocorrerá a cirurgia.
Para que esses números de pessoas à espera de um órgão diminua e que mais vidas sejam salvas, é necessário que todos entendam que por mais que seja um sofrimento perder alguém, a doação de órgãos é uma forma de fazer com que parte de alguém que a gente ama mantenha viva outra pessoa.