Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 12/09/2023
A doação de órgãos no Brasil
A doação de órgãos é um conteúdo de grande importância e urgência de reconhecimento global. Somente no ano de 2020, mais de 7 mil brasileiros necessitavam de acesso a transplantes de órgãos e vem sendo algo cada vez mais buscado. A necessidade imediata de órgãos para salvar vidas e o auxílio a qualidade de vida da população são pontos que tem afetado esse acesso. Além de questões sobre o consentimento do futuro doador, isenção aos transplantes e entrega dos órgãos.
Um grande impasse existente é o consentimento do doador. Sendo necessário que a decisão de doação seja informada, respeitando a vontade da pessoa. Mas, nem sempre é fácil determinar se o doador mostra sua verdadeira vontade, e acaba criando conflitos entre a família do falecido e o ministério que promove a doação.
Uma pesquisa feita pelo G1, mostra que a fila para transplantes de fígado está no mínimo 3 anos de espera. A definição dos critérios de prioridade na alocação dos órgãos é um desafio geral, que envolve diversas considerações. Além disso, em países, há grande desigualdade social, pessoas com poder aquisitivo, que possuem melhores condições têm mais facilidade em ter um transplante, “furando” fila. “Meu pai está na fila há mais de 4 anos, e vimos pessoas com condição passando na frente. Isso é um absurdo!”, diz mulher carioca em fila de espera.
Em suma, é necessário garantir o consentimento do doador, investir em campanhas de conscientização para aumentar as doações voluntárias. promover uma distribuição justa dos órgãos e assegurar a equidade no acesso aos transplantes. Assim poderemos avançar mais na busca por uma sociedade mais solidária com a vida.