Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 13/09/2023

No Brasil, 90% das doações de órgãos são realizadas pelo SUS. O processo de doação de órgãos se inicia quando uma pessoa tem algum órgão tão prejudicado que não tem mais possibilidade de tratamento, e para que sua vida seje salva é imprescindívela a substituição do mesmo. Apenas uma pessoa doadora pode acabar salvando oito vidas diferentes. No Brasil existe uma lista com milhares de pessoas esperando uma doação, e muitos acabam indo a óbito por falta de doadores.

Quando uma pessoas vem a óbito, segundos as leis brasileiras, para que a doção dos órgãos aconteça, é necessário a autorização da família, que por maior parte das vezes negam a doação. E apesar de toda fragilização existente num momento da perda é necessário o conhecimento de que a doação pode evitar que mais oito famílias compartilhem dessa mesma dor. Um jeito de aumentar o número de doações é que as pessoas deixem combinado com a família, enquanto ainda vivas, a doação quando o óbito vier a acontecer.

Uma possível solução para os baixos números de doadores é a modificação nas leis. Em alguns outros países ja existem leis que consistem em, a pessoa ainda em vida deixar registrado legalmente a autorização para doação dos órgãos futuramente quando a mesma vier a óbito. Desse modo, no futuro a doação não irá depender da decisão da família, que ja está passando por um momento delicado.

A doação de órgãos é um atitude solidária, e que pode dar uma segunda chance de vida à muitas pessoas. Quando a pessoa vem a óbito, os órgãos não possuem mais utilidade para aquela pessoa, e não realizar a doação seria então um desperdício, pois o que se torna inútil para a falecida pessoa, pode salvar muitas outras vidas.